Resultados para: educação infantil

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FTD Educação inaugura Bibliotecas da Primeira Infância

Data: 29 de October de 2015

Cidades de Mongaguá e Vargem recebem acervo voltado para alunos de 0 a 6 anos.

Os pequenos leitores das cidades paulistas de Vargem e Mongaguá ganharam um verdadeiro presentão neste mês da criança. A FTD Educação acaba de inaugurar duas Bibliotecas da Primeira Infância – uma em cada cidade – que devem atender a cerca de mil crianças de 0 a 6 anos. As bibliotecas, que foram instaladas na EMEI EF Sítio do Pica-pau Amarelo, em Mongaguá, e na EMEI Aparecida de Lurdes Borelli, em Vargem receberam, além de livros, também brinquedos, fantasias, jogos, televisão, CDs, DVDs, móveis projetados e até estantes que se transformam em castelos.

Segundo a Coordenadora de Investimento Social Privado da FTD Educação, Izabel Toro, o processo de incluir as bibliotecas nos cenários das escolas também envolveu a capacitação de funcionários da rede de ensino municipal, com o objetivo de orientá-los para a melhor manutenção e preservação do espaço junto às crianças. “É comum ver bibliotecas lindas, nas quais as crianças não podem entrar porque os funcionários têm medo que elas estraguem os livros”, explica Izabel. “O treinamento foi feito justamente para quebrar essa ideia e capacitar os responsáveis para uma ampla utilização do espaço”.

As cidades de Mongaguá e Vargem foram contempladas com as novas bibliotecas por terem sido selecionadas em segundo e terceiro lugar nesta última edição do Projeto Pequenos Leitores, ação de fomento à leitura desenvolvida pela FTD Educação em parceria com a Comunidade Educativa CEDAC. O primeiro colocado foi o município de Ferraz de Vasconcelos, cuja rede de ensino está recebendo a capacitação do projeto ao longo de 2015 e 2016. A instalação das duas bibliotecas é resultado de uma ação conjunta entre o Instituto Brasil Leitor e da FTD Educação, com financiamento por meio da Lei Rouanet e aprovada pelo Ministério da Cultura (MinC).

 

 

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Ferraz de Vasconcelos recebe Projeto Pequenos Leitores

Data: 28 de October de 2015

Ação de incentivo a leitura dia 23 e atenderá 30 escolas do município.

A partir do dia 23 de março, próxima segunda-feira, tem início a próxima edição do Projeto Pequenos Leitores, ação de fomento à leitura desenvolvida pela Editora FTD em parceria com o CEDAC (Centro de Educação e Documentação para a Ação Comunitária).

O município de Ferraz de Vasconcelos foi selecionado entre 20 inscritos nesta terceira edição do projeto, que terá duração de dois anos (2015/2016). A ação atenderá cerca de 250 profissionais de educação – entre professores, coordenadores pedagógicos e diretores de Educação Infantil – em 30 escolas públicas da região, além de beneficiar mais de mil alunos entre 3 e 5 anos.

O Projeto Pequenos Leitores é de grande importância para a FTD, pois coloca em prática nossa missão de transformar a sociedade por meio de soluções educacionais conectadas com o futuro”, explica a responsável pelo setor de Investimento Social Privado da FTD, Izabel Toro. “Estas ações garantem o preparo e o prazer no ensino e na aprendizagem de crianças e jovens, propiciando um diferencial na vida das pessoas”, completa. Segundo Izabel, uma comissão (formada por membros da FTD, do CEDAC, além de uma especialista da área de Educação Infantil e outra da área de leitura) levou em conta, para esta escolha, critérios como: índices de educação do município, questão socioeconômica, interesse demonstrado durante o preenchimento do edital e estrutura da rede.

Ministrada pela especialista Lurdinha Martins, do CEDAC, a capacitação será dividida em cinco ciclos a cada ano e contará com encontros presenciais e acompanhamento a distância. Todas as ações realizadas pelo Projeto vão girar em torno dos livros infantis, da importância da leitura no desenvolvimento da criança, dos planos de leitura em sala de aula e das medidas a serem tomadas nas escolas e no município como um todo para tornar a leitura literária um direito de todas as crianças. E, além da formação, as escolas receberão acervos de livros criteriosamente selecionados e analisados para o uso com as crianças em sala de aula. “Embora o foco de nosso trabalho seja a capacitação dos educadores, nosso objetivo final é a formação de cidadãos leitores”, conclui Izabel.

O Projeto

Em sua terceira edição, o Projeto Pequenos Leitores mais uma vez desenvolve sua ação com o objetivo de ampliar a compreensão das escolas sobre sua importante função na formação de leitores. A primeira edição foi desenvolvida no município de Guarulhos (SP) em 2012, porém, focada em alunos do Ensino Fundamental I. A segunda edição, já voltada para a Educação Infantil, foi realizada ao longo de 2013 e 2014 nos municípios paulistas de Pratânia e Itatinga. A intenção da FTD é que, nas próximas edições, a capacitação seja ampliada para outros estados brasileiros.

 

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Uma aliança necessária: Educação e Tecnologia

Data: 28 de January de 2013

Assessoria Pedagógica apresenta a escolas parceiras do RJ novas coleções e objetos digitais.

As tecnologias da informação e comunicação realmente têm provocado mudanças na educação, originando novos modos de difusão do conhecimento, de aprendizagem e novas relações entre professores e alunos.

Diante deste quadro, a Editora FTD promove dois eventos para educadores da Educação Infantil e Ensino Fundamental I de escolas parceiras do Rio de Janeiro, com o objetivo de apresentar suas novas coleções – Mundo Melhor e Lápis na Mão – e abordar o trabalho com os novos objetos educacionais digitais da editora.

Encontro – Uma aliança necessária: Educação e Tecnologia

Apresentação da Coleção Mundo Melhor e os Objetos Digitais
Datas:
30/01/2013 – das 8h30 às 12 horas
01/2/2013 – das 13h30 às 17 horas
Neste encontro serão abordados: planejamento das ações em sala de aula, estratégias e recursos, assim como o uso dos Objetos Digitais e o “Universo de possibilidades encontradas no site da FTD”.

Apresentação da Coleção Lápis Na Mão e os Objetos Digitais
Datas:
30/01/2013 – das 13h30 às 17 horas
01/2/2013 – das 8h30 às 12 horas
Nestas oficinas você vivenciará propostas para a utilização da contação de histórias no ambiente escolar, não apenas como atividade extracurricular, mas como veículo condutor para construção de conhecimentos na Educação Infantil.

Facilitadoras: Equipe de Assessoria, Cátia Xavier e Eliane Areias

Local: Editora FTD – Filial Rio de Janeiro
Rua Vandenkolk, 137 – Olaria – Rio de Janeiro – RJ

Informações
tel: (21) 2127-9700 ou (21) 2127-9724

Inscrições
e-mail: priscila.silva@ftd.com.br e tatiana.affonso@ftd.com.br

Atenção:
- vagas limitadas
- inscrições gratuitas
- entrega de certificado

Confira o convite virtual

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Dia do Meio Ambiente inspira atividades em classe

Data: 2 de June de 2011

Leve a data para dentro da sala de aula com nossas sugestões para turmas de todos os níveis

Neste domingo, dia 5 de junho, comemora-se o Dia Mundial do Meio Ambiente e da Ecologia. A data foi criada em 1972 pela Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e serve como mais um lembrete para nos conscientizarmos sobre a importância de preservar os recursos naturais e apontar caminhos para um planeta cada vez mais sustentável.

Para os educadores, a data é um prato cheio, já que pode ser incorporada de diversas formas no aprendizado diário dos alunos. Confira abaixo algumas dicas de como introduzir os temas ligados à data em sua aula, de acordo com o nível da sala.

Educação Infantil

Hortinha/Jardim da turma: que tal incentivar os pequnos com a criação de uma horta ou jardim? É importante que haja espaço suficiente e um profissional que entenda de cultivo para que o projeto não naufrague!

Planeta Terra em pequena escala: se o problema é a falta de espaço dentro da escola para criar uma horta, uma boa ideia é montar terrários com a turminha. Além de explicar como funciona o ciclo da água, o exercício vai proporcionar muita diversão, especialmente se cada criança adicionar toque especiais como bichinhos e bonequinhos de plástico.

Papel reciclado: outra ideia que vai fazer sucesso é fazer papel reciclado com os alunos e mostrar que muitas coisas que usamos em nosso dia-a-dia podem ser reutilizadas e ganhar vida nova! Para deixar a atividade ainda mais divertida, vale usar as folhas de papel reciclado, depois de secas, para fazer desenhos coloridos que podem ser expostos para o resto da escola.

Ensino Fundamental

Lugar de lixo é no lixo: que tal tentar conscientizar seus alunos de que não se pode jogar lixo no meio da rua? Para incrementar essa conversa, fale sobre a reciclagem de materiais e explique como eles podem ajudar os pais nessa tarefa diária!

Cuidando dos nossos recursos: para os alunos mais crescidinhos, iniciar discussões sobre a conservação dos recursos naturais e a importância da água, por exemplo, para a vida na Terra, é um bom jeito de aprofundar os conhecimentos que cada um já tem sobre o assunto.

Biomas brasileiros: mostre a enorme biodiversidade existente no Brasil a seus alunos. Para explicar as características de cada um deles e os animais que os habitam de uma forma dinâmica, você pode dividir a sala em grupos e pedir que cada um faça cartazes explicativos. Para mais informações sobre os biomas brasileiros, confira o hotsite da FTD sobre o assunto aqui.

Sempre em evidência: problemas como o aquecimento global e o desmatamento sempre estão na pauta das discussões ambientais. Traga o tema para a sala de aula e descubra o que seus alunos sabem a respeito de cada um deles. Você também pode discutir como cada indivíduo pode contribuir para amenizá-los.

Animais em extinção: outro modo de alertar seus alunos para as conseqüências da destruição da natureza. Peça que pesquisem quais animais já estão extintos, quais correm esse risco e por quê. Explique o impacto que o desaparecimento de uma espécie causa em todo o meio-ambiente.


Ensino Médio


Pode reciclar computador?: para os alunos mais velhos, discussões que envolvam tecnologia sempre são uma boa ideia. Aqui, cabe discutir, ainda, o que fazer com pilhas usadas, baterias de celular, termômetros e outros objetos cujo descarte é mais complicado.

Aprofundando questões já discutidas: Essa é a hora de ir mais a fundo em questões ambientais já tratadas em anos anteriores. Pense no exercício como um treino para as redações de vestibular, em que os alunos precisarão expor suas opiniões e fundamentá-las bem. Aproveite, ainda, as notícias mais relevantes no momento como gancho para discussão em sala.

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Plano de aula: brincadeiras da tradição cultural

Data: 24 de May de 2011

Especial para a Educação Infantil, este plano traz a brincadeira para os planos social e pedagógico

Texto por Renata Alessandra Bueno
Coordenadora de Assessoria Pedagógica do FTD Sistema de Ensino

(Trabalho realizado com turmas educação infantil com o objetivo de as crianças vivenciarem e conhecerem brincadeiras que atualmente não fazem parte do cotidiano infantil.)

A brincadeira deve ter espaço privilegiado na rotina da Educação Infantil, não só como atividade natural e espontânea, originada na própria essência da criança, mas, principalmente, como aprendizagem social.

A incorporação da brincadeira na prática educativa como um dos eixos da organização do trabalho pedagógico, apresenta-se como atividade fundamental, por meio da qual as crianças reconstroem suas vivências sócioculturais e refletem criticamente sobre a realidade, ampliando seus conhecimentos sobre si e sobre o mundo ao seu redor.

O domínio do meio físico e social implica que a criança desenvolva a capacidade de observar, de distinguir os seres vivos dos seres não-vivos, de fazer perguntas e descobrir relações temporais, espaciais e sociais. A ação pedagógica, nesse caso, visa aproximá-la de uma atitude científica, tornando-a capaz de perceber como se dá a relação do homem com a natureza, do homem com o próprio homem e o processo de transformação do mundo.

Nesse sentido, o trabalho a seguir é voltado para a ampliação das experiências da criança e para o conhecimento da pluralidade de fenômenos e acontecimentos – mais particularmente os históricos e culturais. Para isso, exploram-se situações que mostrem a diversidade de formas de explicar e representar o mundo, entrando em contato com a brincadeira em uma época e num contexto tão distantes e diferentes dos atuais, mas também com muito em comum, pois foi possível não só estabelecer semelhanças e diferenças, mas também em perceber as permanências e as mudanças.

Brincando as crianças representam diferentes papéis, ocupam posições diferenciadas nas relações de poder (ora mãe/pai, ora filho/filha, ora professor, ora aluno), transformam os significados dos objetos, atribuindo-lhes novos nomes e funções, aprendem a lidar com os objetos e as situações no plano mental, introduzindo-se no plano das idéias e representações.

Além disso, a brincadeira também é meio de preservação das tradições culturais de uma sociedade.

Com esse enfoque, desenvolvemos uma estratégia para propiciar a vivência de brincadeiras que dependem principalmente de tradição oral para serem aprendidas. O ponto de partida foi a leitura do quadro “Jogos Infantis” de Pieter Brueghel , em que são representadas cerca de 84 brincadeiras, algumas conhecidas e outras desconhecidas desta geração.
A tela de Brueghel foi projetada na parede, despertando a curiosidade das crianças. Lançado o desafio para encontrar e nomear 25 brincadeiras representadas na tela, as crianças realizaram a leitura da obra, observando, narrando as situações representadas, descrevendo as ações e interpretando as imagens e os objetos. Com isso, foi possível não só apreciar uma obra de arte, mas também estabelecer relações entre as situações representadas e as experiências pessoais vividas. Assim, a turma destacou as brincadeiras que conhecia, como cinco-marias, pula-sela, pega-pega. Outras foram identificadas, mas não nomeadas, por desconhecimento.

A partir desse momento em classe, as crianças levaram cópias da tela, impressas em papel, para casa no final de semana, com o intuito de conseguir o nome de outras brincadeiras representadas na tela, pedindo a colaboração dos pais, tios e avós.

Ao retornarem na semana seguinte, trouxeram contribuições sobre brincadeiras que foram reconhecidas por pessoas mais velhas, como a maria-cadeira (ou cadeirinha), cabo-de-guerra (ou vilão do cabo), cabra-cega e boca-de-forno (ou mamãe-polenta).

Surgiu então outro problema: como brincar dessas brincadeiras se não as conhecemos?
A solução partiu das próprias crianças: convidar os familiares que reconheceram as brincadeiras para ensiná-las na escola.

Assim, partimos para outro momento importante, de resgate da cultura e também interação social, recebendo os familiares, tios, avós, avôs, tias, mães e pais que ensinaram brincadeiras de sua época, mas que podem ser divertidas também nos dias de hoje.

Outras brincadeiras não identificadas por familiares foram foco de pesquisa em situações de leitura e também por meio do computador.
A proposta se constituiu em momento rico de formação global, pois ao organizar suas brincadeiras, as crianças fizeram escolhas, negociaram suas ações, planejaram as situações, estabeleceram regras e submeteram-se a elas ou as negociaram e as reconstruíram.


Plano de aula


Objetivo
: que as crianças vivenciem brincadeiras tradicionais que atualmente não fazem parte do cotidiano infantil, com a finalidade de ampliar seus conhecimentos relacionados às brincadeiras de outras épocas.


Procedimentos
:


1º momento
: Leitura de imagem (obra Jogos Infantis de Brueghel)

2º momento: Relacionar as brincadeiras identificadas pela turma

3º momento: Realizar as brincadeiras identificadas na tela

4º momento: Enviar para casa cópia da tela para receber contribuições dos familiares

5º momento: coleta e tabulação das informações trazidas de casa, ampliando a lista de brincadeiras identificadas

6º momento: Pesquisar sobre brincadeiras desconhecidas

7º momento: Convidar familiares que possam ensinar brincadeiras desconhecidas, representadas e identificadas na tela de Brueghel.

* Imagem: Pieter Brueghel – Jogos Infantis, 1560.
Óleo sobre painel de madeira, 118 x 160,9 cm. Museu de História da Arte, Viena

Pieter Brueghel nasceu em meados de 1527, na região de Antuérpia. Destacou-se por pintar paisagens e retratar o cotidiano das pessoas simples do campo, o trabalho na colheita, as festas… sempre cheios de detalhes e instigando uma reflexão.

Na tela não há menos que 84 brincadeiras. Algumas delas não existem mais, foram apagadas da memória. Outras existem até hoje, com inúmeras variações.

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