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Antônio Luiz Rios: O importante estímulo à literatura infantojuvenil

Data: 17 de março de 2015

Fonte: Folha de S. Paulo – Tendências/Debates Data: 16/03/2015  O Brasil tem mais de 50…

Fonte: Folha de S. Paulo – Tendências/Debates
Data: 16/03/2015 

O Brasil tem mais de 50 milhões de alunos matriculados na educação básica. São cerca de 7,5 milhões na educação Infantil, 29,06 milhões no ensino fundamental, 8,3 milhões no Médio e cerca de cinco milhões em cursos de suplementação e profissionalizantes.

Dentre os requisitos para a excelência de sua escolaridade, uma prioridade nacional, incluiu-se o acesso ao livro, ferramenta imprescindível para a apropriação de cultura e conhecimento geral e didático.

Uma informação positiva é que o mercado editorial de nosso país produz obras de qualidade para todos os segmentos de alunos da educação básica. Há livros apropriados para as crianças que frequentam as creches, até os alunos do último ano do ensino médio, passando pelos matriculados no fundamental.

Daí a importância dos programas governamentais de aquisição e distribuição de livros aos estudantes das escolas públicas, oferecendo-lhes um instrumento decisivo para a sua formação.

Por outro lado, precisamos avançar muito no tocante ao hábito de leitura, estimulando-o cada vez mais – e além das salas de aula -, de modo que se constitua, como em várias nações, num fator decisivo para a transformação positiva da sociedade e do país.

Nesse sentido, é prioritário estimular a leitura desde a infância, pois ao perceber o encanto do universo do livro e descobrir todas as portas que ele abre, o indivíduo dificilmente deixará de ser um leitor ao longo de toda a sua vida.

Portanto, para conquistarmos a meta tão almejada de que o Brasil seja um país de leitores não há outro caminho senão despertar nas crianças e adolescentes o gosto pela leitura. Significativa contribuição para isso foi o fato de o livro do ano de ficção do Prêmio Jabuti 2014, o mais importante do mercado editorial brasileiro, ter sido “Breve História de um Pequeno Amor”, de Marina Colasanti. Tal conquista para uma obra infantojuvenil chama a atenção de todos para esse segmento da literatura.

Ao fazermos uma reflexão sobre a relevância da leitura para o público infantojuvenil, é pertinente lembrarmos o 25º aniversário da Convenção sobre os Direitos da Criança, celebrado dia 20 de novembro, em Nova York, pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Na ocasião, o comitê responsável pelo monitoramento desse programa ressaltou a importância da participação ativa das crianças nas discussões que afetem suas vidas.

“As crianças podem ser agentes ativos da mudança em suas famílias, escolas, comunidades e países, uma vez que suas percepções são diferenciadas em relação às visões dos adultos”, diz um dos trechos da declaração oficial comemorativa ao jubileu de prata. Por isso, a participação das camadas mais jovens deve ser efetiva e interpretada como um direito, que avançou bastante desde a adoção da Convenção, que conta com a assinatura de 194 países.

Pois bem, para que as crianças e jovens participem de modo efetivo como agentes das transformações que os beneficiem, precisam apoderar-se, cada vez mais, do conhecimento que os livros lhes proporcionam. Este é um caminho eficaz para a solução dos problemas que ainda afetam a infância no mundo todo, a melhoria da qualidade da vida e o avanço da sociedade global.

ANTONIO LUIZ RIOS, economista, é o diretor-superintendente da editora FTD

Confira o link original da matéria.

 

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Planejamento ajuda a levar as aulas “numa boa”

Data: 6 de fevereiro de 2015

Fonte: Cruzeiro do Sul Especialista em educação dá dicas para que todos tenham momentos melhores…

Fonte: Cruzeiro do Sul

Especialista em educação dá dicas para que todos tenham momentos melhores na escola.

 

Daniela Jacinto
O início do ano letivo é o momento de adaptação entre professores e alunos nas escolas. Um período em que estão se ambientando, conhecendo uns aos outros. Nesse momento é importante para ambos terem alguns planejamentos, para que as horas que passarem na escola sejam as mais agradáveis e produtivas possível.

Conforme a especialista em educação Viviane Flores, gerente educacional e coordenadora da equipe de assessoria pedagógica da Editora FTD, enquanto o professor pode aproveitar os primeiros dias de aula para conhecer o perfil da escola e da comunidade onde vai atuar, os alunos podem ir organizando a rotina de estudos, estabelecendo um horário para fazer suas atividades. “Há uma jornada pela frente e enquanto estamos apenas aquecendo é mais fácil visualizar tudo aquilo que pode tornar o caminho mais tranquilo. Depois que iniciam as atividades mais intensas e avaliações, fica difícil criar um plano”, comenta.

Viviane afirma que uma das questões básicas é o docente organizar o planejamento dentro do período de adaptação. “Quando ele vai iniciar as aulas é fundamental que conheça a realidade onde atuará. Caso seja escola nova, é preciso conhecer um pouco o perfil daquela comunidade, o histórico das crianças. O ideal é fazer uma avaliação diagnóstica, para saber como os alunos estão”, afirma.

O recomendado é realizar um planejamento iniciando pelo diagnóstico da turma, orienta a especialista. “A partir daí fica mais fácil você organizar sua prática em cima de um calendário, de uma proposta da escola, mas também em função da necessidade do aluno, o que facilita a vida do professor ao longo do ano. O ajuste fino você só pode fazer a partir do momento que conhece cada um dos estudantes”, acrescenta.Ainda de acordo com Viviane, uma das coisas que fundamentam a prática do professor tem a ver com a escolha do material didático, seja ele impresso ou digital. É preciso analisar o material, conhecer seu conteúdo e tê-lo como um aliado para facilitar o trabalho em sala de aula. “É importante o cuidado do professor em relação a esse material e também com o material humano que ele tem na sala, por isso ele não deve se basear apenas nas informações dos colegas que já deram aulas para essa turma, mas sim procurar conhecer os seus alunos e os respectivos modos de aprendizado, isso ajuda a traçar um plano de aula mais eficaz”, diz.Viviane alerta que depois da segunda semana de aula é mais difícil se aproximar do aluno, então o professor deve aproveitar ao máximo esse período de adaptação para descobrir que tipos de atividades eles gostam mais, que método de trabalho será mais eficiente, enfim, usar esse momento para se aproximar e saber tudo o que puder do perfil da turma que ele vai lecionar.
Dicas para ter mais organização e produtividade

Com relação aos estudantes, Viviane Flores dá algumas dicas para terem um ano escolar mais produtivo. Os professores podem passar essas recomendações aos alunos, como forma de ajudá-los a se organizarem:

Estabeleça sua rotina
 ”É importante elaborar um planejamento das atividades diárias, considerando o tempo que terá para se dedicar aos estudos fora da escola. Quando este horário se torna sagrado, você limita um período em que outras coisas não serão possíveis. E seja religioso no cumprimento deste planejamento, quanto menos “furar” com seu plano, mais dedicação. O foco neste momento é realizar tudo o que é necessário além das aulas. Lembre-se de que nas tarefas em que o uso da internet é preciso, o cuidado com as distrações deve ser constante. Evite utilizar ferramentas de comunicação, sites de relacionamento não ligados ao que está sendo estudado, etc.”

Organize seu espaço “Não importa se estamos falando de um quarto ou uma escrivaninha, crie um lugar onde todos os seus materiais possam ser encontrados. Centralize anotações, livros e demais pertences lembrando que, por ser este seu espaço de estudos, deve ser também um lugar que propicie esta atividade. Tenha liberdade para deixar o espaço escolhido agradável e iluminado, um ambiente saudável ajuda bastante na concentração para a realização das atividades.”

Descubra o seu estilo “Muitos de nós assimilam melhor os conceitos ouvindo. Para outros, é necessário escrever tudo o que compreendem. Descubra de que forma fica mais confortável para você. Estudar é algo muito particular e é muito importante respeitar a forma como nos relacionamos com o saber.”

Compartilhe ”Uma outra estratégia que pode potencializar seus estudos é adotar um par ou mesmo um grupo para determinados momentos. Combine com colegas com quem tem afinidade um grupo de apoio que pode se reunir com regularidade. O intuito é esclarecer as dúvidas de todos e, para isso, é importante que todos compartilhem o que sabem, suas habilidades em determinadas matérias e mesmo as dúvidas para, se necessário, buscar auxílio com outras pessoas. Um grupo regular cria o hábito de estudo e pode ser bem interessante para trocar ideias sobre como cada um aprende.”

Explore outras ferramentas ”Aproveite todos os recursos disponíveis para melhorar seus estudos. Muitas vezes, em sua escola, os murais trazem dicas de estudo, materiais complementares, convites para aulas de reforço e você quase não aproveita as oportunidades. É importante que ferramentas disponibilizadas em seus materiais didáticos, portais e outras oferecidas em sua escola sejam conhecidas e utilizadas até antes das dúvidas surgirem.”

Questão de atitude A especialista conclui dizendo que, acima de tudo, uma atitude proativa pode fazer toda a diferença. “Demonstrar interesse pelos estudos certamente vai te ajudar nos resultados e numa visão cada vez mais ampla do que pode alcançar”, finaliza Viviane.

Confira o link original da matéria e a versão impressa.

 

 

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Livros didáticos chegam aos tablets e dinamizam o aprendizado

Data: 31 de outubro de 2014

O Correio Braziliense entrevistou Carlos Seabra, coordenador técnico-pedagógico da FTD, para uma matéria sobre as…

O Correio Braziliense entrevistou Carlos Seabra, coordenador técnico-pedagógico da FTD, para uma matéria sobre as possibilidades que o livro digital oferece aos professores e alunos.

“Não basta digitalizar o material didático em formato PDF. Diferentemente de um e-book tradicional, o livro digital explora todas as possibilidades que o tablet oferece. Assim, vídeos, galeria de fotos, infográficos animados e mapas interativos, entre outros instrumentos, servem de ferramentas para melhorar o aprendizado.
“Buscas de palavras-chave, anotações, vídeos, jogos. Precisa haver tudo isso em um livro digital de qualidade”, explica Carlos Seabra, coordenador técnico-pedagógico da FTD, editora que, há dois anos, produz esse tipo de material. “Por exemplo, se o aluno está estudando o Oriente Médio, ele dá zoom no mapa e vão aparecendo informações sobre as regiões, juntamente com arquivos de áudio que reproduzem os idiomas falados em cada lugar.”
(…)
Apesar dos avanços, as limitações de acesso à internet e aos equipamentos digitais podem atrasar a expansão do livro digital. Por isso, no caso da FTD, por exemplo, as páginas são equivalentes, não importa o formato, para que todos os alunos possam acompanhar. Por exemplo, se o professor pedir para os estudantes abrirem determinada página do material didático, seja impresso ou digital, o conteúdo apresentado será o mesmo.”

Confira a matéria na íntegra em: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/escolhaaescola/2014/10/25/InternaEscolhaaescoladoseufilho,454178/livros-didaticos-chegam-aos-tablets-e-dinamizam-o-aprendizado.shtml

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Colégios entram na era digital e adotam o uso do tablet nas aulas

Data: 31 de outubro de 2014

No portal O Globo, Fernando Moraes Fonseca Junior, gerente de inovação e novas mídias da…

No portal O Globo, Fernando Moraes Fonseca Junior, gerente de inovação e novas mídias da FTD, comenta o impacto das novidades digitais na educação e em outras áreas.

“Para a Editora FTD, especializada em publicações e soluções didáticas há 112 anos, as novidades na aplicação de conteúdo pedagógico nas escolas está apenas no início.
— Se considerarmos que a educação é, em grande parte, uma tarefa institucionalizada em nossa sociedade e que as escolas e seus métodos estão configurados de acordo com a mentalidade e possibilidades do seu tempo, inclusive as possibilidades tecnológicas, não há dúvida de que estamos assistindo apenas ao começo de um processo de transformação paradigmático — afirma Fernando Moraes Fonseca Junior, gerente de inovação e novas mídias da FTD, lembrando que as novidades digitais não afetam somente a educação. — O mundo mudou fantasticamente nas últimas três décadas e demorou muito para que essa onda de transformações chegasse às escolas, depois de praticamente reescrever o modo de fazermos quase tudo em nossas vidas. De uma complexa operação cardíaca a um simples “chamar o táxi” — avalia.”

Leia a matéria completa em: http://oglobo.globo.com/rio/bairros/colegios-entram-na-era-digital-adotam-uso-do-tablet-nas-aulas-14328443

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Show de bola no carioca O Dia

Data: 30 de junho de 2014

Aproveitando o país mergulhado no clima da Copa do Mundo, o jornal carioca O Dia…

Aproveitando o país mergulhado no clima da Copa do Mundo, o jornal carioca O Dia fez uma reportagem sobre os lançamentos e relançamentos de livros sobre o futebol ou personagens famosas relacionadas a esse popular esporte. O livro Show de bola, escrito pela dupla de pai e filho José Santos e Jonas Worcman de Matos, foi um dos destaques. Confira o que foi dito: